quinta-feira, 10 de maio de 2012
Bruxa processa cristão por assédio religioso.
Semana passada na Inglaterra, uma atendente do McDonald praticante do druidismo, ganhou um processo judicial contra um jovem anglicano que teria "zombado" e ridicularizado a funcionaria em razão de sua religião pagã.
O druidismo é uma pratica religiosa tradicional na Inglaterra que resgata as crenças e os valores da religiaõ britânica existentes desde antes da colonização de Império Romano por volta do século V. Atualmente, essa religião é oficialmente reconhecida pello governo inglês e inclusivo já é ensinada como matéria obrigatória em algumas escolas britânicas.
O julgamento do jovem que ofendeu a funcionaria causou bastante repercussão no Reino Unido, principalmente por parte dos mais conservadores. Apesar de tudo a menina foi vitoriosa e a Federação Pagã da Grã-Bretanha comemorou dizendo que os pagãos praticantes "são livres para buscar o divino, como uma experiencia direta e pessoal."
O dono da franquia onde a vitima trabalhava afirmou que ofensas e assédios contra funcionários não são raros e que fazem de tudo para que seus funcionários sejam respeitados. O jovem acusado foi condenado a serviço comunitário e de manter contato com a vitima até novembro deste ano.
Gabriel Masseaux M01A.
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Crescimento e Expansão do Islamismo.
" Islamismo, uma ameaça às grandes sociedades ocidentais?"
Uma notícia passou quase despercebida pela maioria das pessoas, mas é
um dado que merece reflexão. O Islamismo superou o Catolicismo e é hoje
a religião que mais reúne fiéis em todo o mundo. Para confirmar a
fidedignidade desta pesquisa, é bom dizer que a informação foi divulgada
pelo próprio Vaticano, sede da Igreja Católica Apostólica Romana.
Claro que tecnicamente os cristãos ainda são maioria, uma vez que tanto
católicos como evangélicos seguem os preceitos de Jesus Cristo e, claro,
somados superam os seguidores do Islamismo de Alá e do profeta Maomé.
Entretanto, o crescimento do Islamismo é um fenômeno que vem ocorrendo
em todo o mundo. Recentemente, o jornal O Estado de S. Paulo divulgou
que muitos jovens negros da periferia de São Paulo estão se convertendo
à religião islâmica, acompanhando uma tendência que já se verifica nos
Estados Unidos, França e Inglaterra.
A opção religiosa de cada pessoa não deveria preocupar ninguém, mas
quando se trata de Islamismo pode ser o prenúncio de que o Oriente X
Ocidente pode ser o grande conflito do futuro, em substituição à Guerra
Fria. Ou seja, sai a guerra ideológica que marcou o século 20 e pode
entrar o conflito religioso, numa reedição do que ocorreu na época da
Idade Média. Agora, agravado com armas mortíferas dos dois lados.
A grande incógnita é por que o Islamismo está crescendo como religião? A
resposta só pode ser dada por aqueles que se converteram. A questão que
fica é a seguinte: os muçulmanos são intolerantes porque o Alcorão
prega a intolerância; alguns imãs interpretam o Alcorão à sua maneira e
deturpam a mensagem do profeta Maomé, ou são os cristãos que querem
estigmatizar o Islamismo como uma religião intolerante?
Provavelmente, há uma pitada de cada um destes fatores para compor o
Islamismo, mas o que intriga é como uma religião teoricamente retrógrada
pode estar atraindo tanto adeptos. Eles pregam a morte de alguém que
simplesmente faz uma menção ao profeta Maomé ou escreve algo que possa
ofender o Islamismo, como foram os casos de Salman Rushdie, dos
cartunistas dinamarqueses e mesmo da professora inglesa que quase foi
condenada à morte por ter permitido que os alunos do jardim de infância
onde ela dava aulas no Sudão nomeassem um ursinho de pelúcia com o nome
de Maomé.
E como as mulheres podem seguir uma religião onde elas teoricamente têm
pouca voz ativa? Num mundo onde as conquistas femininas colocaram as
mulheres em condições de igualdade com os homens, por que uma mulher
ocidental se converteria ao Islamismo? São questionamentos que estão à
procura de respostas que fujam aos estereótipos, tanto dos muçulmanos
radicais como dos ocidentais que pintam a religião como incubadora de
suicidas pela causa religiosa.
Uma coisa, porém, é certa: fanatismo religioso é criticável sob todos os
aspectos. O muçulmano radical é tão instrumentalizado como um cristão,
um judeu, um budista ou seja lá qual for a tendência religiosa.
O duro é saber como o mundo pode se preparar para enfrentar esta nova
realidade, onde cristãos e judeus precisam enfrentar o crescimento dos
adeptos do Islamismo.
O irônico de tudo isto é que Judaísmo, Islamismo e Cristianismo, todas
religiões monoteístas, nasceram do mesmo tronco e se tornaram
adversárias. Certamente, os pais destas religiões não aprovariam estas
dissensões, até porque muitas mensagens dos profetas estão nos livros
sagrados, com Jesus Cristo como um dos profetas que integram o Alcorão.
publicado por: Matheus Marques.
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